Anuncie

Anuncie no Logística Concreta
Comunicação com o Logística Concreta somente por email:
brazilverde@gmail.com

Pesquisar este blog

Mostrando postagens com marcador O que é Logística. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador O que é Logística. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Fundo americano e Banco Itaú compram emprreza de Logística

Kinea, do Itaú, e fundo americano GEF compram empresa de logística da Tarpon

O fundo Kinea, do Itaú, e o Global Environment Fund (GEF), baseado em Washington, compraram o controle da AGV Logística, que estava nas mãos da Tarpon. A maior parte da participação de cerca de 60% envolvida no negócio deve ficar nas mãos do GEF, enquanto o Kinea ficará como minoritário — posição que costuma adotar […]h

AGV Logística
AGV Logística
O fundo Kinea, do Itaú, e o Global Environment Fund (GEF), baseado em Washington, compraram o controle da AGV Logística, que estava nas mãos da Tarpon.
A maior parte da participação de cerca de 60% envolvida no negócio deve ficar nas mãos do GEF, enquanto o Kinea ficará como minoritário — posição que costuma adotar em suas estratégias de investimento.

Com sede em Vinhedo, a AGV é uma operadora logística integrada com presença em 20 Estados e fatura cerca de 550 milhões de reais. A Tarpon entrou no bloco de controle em 2011.

Origem: Veja

LOGÍSTICA CONCRETA É COM LOGÍSTICA É QUEM VAMOS MUDAR O BRASI
L

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Conhecendo a logística

Em 6 de junho comemoramos o dia da logística. Conheça um pouco mais da história da logística, de Jomini, Thorpe e Eccles até os dias de hoje.

O passado nos fornece informações valiosas para perceber e planejar o futuro. Parece tão simples, mas muitos se focam tanto nos resultados finais que descartam conhecimentos e tornam mais difíceis ou até mesmo inalcançáveis os seus objetivos.
Como acontece com pessoas, acontece com organizações. Como acontece com mercados, acontece com teorias e práticas das profissões. Saber de onde e como veio a profissão que você escolheu é, além de respeito próprio, um dado importante para se localizar no mercado. Se não conhecemos uma “teoria-mãe” não temos como concordar, paradoxar ou nos diferenciar já que não se tem noções de referências. Quando assumimos uma profissão, emprestamos a ela nossos valores pessoais e recebemos dela a oportunidade de fazer parte da sua história, como fez Taylor, Fayol, Pacioli, Jomini, Thorpe, Eccles e tantos outros do passado ou contemporâneos.
Infelizmente, muitos correram para a porta da logística e atropelaram os anfitriões. Eu também fui um dos que passei sem nem “dizer as horas”. Hoje vejo a “careta” dos alunos de logística quando se fala em história e depois a mesma sensação que experimentei ao saber que estou incluído em algo no qual pessoas brilhantes prepararam o caminho que sigo agora. Não aquele que os “Logistikas” seguiam arrendados com a missão de suprir as guerras dos antigos gregos e romanos; talvez os idealizados inicialmente por Thorpe ou o caminho que Eccles iniciou sem a total noção da sua contribuição para algo mais nobre do que guerras: A construção e desenvolvimento das nações. E mais tarde, com a logística norteando a contribuição dos demais profissionais que passaram e estão na área, veio o avanço econômico e tecnológico e a possibilidade de melhorar sempre aquilo que, para muitos, parece o ponto final.
A modernização da logística é algo tão maravilhoso e intrigante como se segue nos dias de hoje. Sua história nos incita à reflexão sobre a importância dessa arte que se fez com a mesma desconfiança que experimentamos em muitas empresas que, como naquele tempo, representadas pelas forças militares, tinham outro foco e não conseguiram captar o real caminho das transformações de suas estratégias. O erro dessas organizações em não acreditar e não desenvolver o termo logístico que o Barão Antoine-Henri Jomini (1779-1869) introduzia no vocabulário militar francês em 1836 (e depois no russo), fez perder o tempo, o dinheiro e o êxito tão defendidos quando escreveu “Sumário da Arte da Guerra” onde a dividia em cinco atividades: Estratégia, grande tática, logística, engenharia e tática menor. Foi muito lido, mas só por suas lições de estratégia e de tática.
Os Estados Unidos se valeram da obra de Jomini “desprezando” a de Carl Phillip Gottlieb vonClausewitz (1780-1831), outro grande estrategista militar da Prússia, que hoje faz parte da Alemanha, e se iniciava a logística na história norte-americana por volta de 1870 com sua introdução acentuada na Marinha 18 anos depois pelo americano Alfred Thayer Mahan, pelo historiador inglês Julian Corbett e pelo Tenente Rogers que introduziu a logística como matéria no NWC (Naval War College). Ambos contribuíram com o avanço naval, tecnológico e estrategista, importante no evento da 1ª Grande Guerra em 1914.
Foi nesse ano que chegou para um curso no NWC, o Tenente-Coronel George Cyrus Thorpe(1875-1936) que, ao perceber o silêncio dos comentaristas militares sobre a logística, escreveu suas próprias definições em “Pure Logistics” onde distinguia estratégia e tática e defendia que a educação, como parte da logística, preparava todo o sistema para operações eficientes. Sua obra não conquistou muitos adeptos até que, no pós-guerra, já fora do serviço militar devido amputação de seus dedos dos pés em 1923, dedicando-se mais aos estudos, ela veio influenciar a estruturação militar de forma mais forte devido às confirmações daquilo que havia antecipado.
Durante o período e após a 2ª Guerra Mundial, surgia aquele considerado um dos maiores estudiosos da logística militar e o “pai” da logística moderna, o Vice-Almirante Henry EffinghamEccles (1898-1986) – que nada tem em comum com o físico britânico. Ele encontrou a obra de Thorpe empoeirada e esquecida na biblioteca da NWC e, após se aprofundar, comentou que se os EUA tivessem seguido aqueles ensinamentos, haviam economizado milhões de dólares na condução da 2ª Guerra Mundial.
Eccles foi autor de várias obras importantes e, após sua aposentadoria em 1952, continuava intimamente ligado ao desenvolvimento da logística e ao conselho do NWC que o homenageou ao nomear sua biblioteca.
Essas obras inspiraram, entre tantos, o CMG (Capitão-de-Mar-e-Guerra) da Marinha Brasileira, Abílio Simões Machado, que em 1968 publicou “Introdução à Logística”. Mas essa área não se desenvolvia pela falta de interesse mesmo nas Escolas de Altos Estudos Militares do Brasil, tanto que se repetia o abandono da obra de Thorpe onde um exemplar foi encontrado numa área de descarte para se obter mais espaço na biblioteca. Recuperado e traduzido em 2008 por Ruy Capetti, faz parte do Patrimônio Histórico da Marinha.
O que chama atenção é que o curso da história nos remete a uma situação semelhante aos dias de hoje. Muitas pessoas e empresas ainda não despertaram para os tempos de necessidade do conhecimento, da inovação e, acima de tudo, de novas atitudes empresariais, comportamentais e ambientais. É como se aquela mesma visão contada aqui, de forma resumida e não fazendo justiça com vários fatos e pessoas que contribuíram para essa história, ainda fosse desacreditada por muitos que não percebem sua “morte” gradativa no mercado.
logística empresarial que hoje experimentamos, vem desses acontecimentos e das mentes empreendedoras daquele e desse tempo. A força só se destinou a uma “guerra” com meios diferentes daquela. O “descansar” não faz parte de quem quer vencer; o “marchar” é para os objetivos que se quer alcançar; o “apresentar armas” tornou-se apresentar soluções e os tiros disparados contra pessoas era a única coisa que lá e hoje não faz “sentido” algum.
Dia 06 de junho, é o dia da Logística de todos os dias.

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

O que é Logística

O que é Logística

O que e Logística.

O que é logística?
Logística é o processo de planejar, implementar e controlar os fluxos eficientes de materiais e informações, desde o ponto de origem até o ponto de consumo (Cadeia de Suprimento) com o propósito de atender às necessidades dos clientes.

O que é ser um técnico de logística?
É o/a profissional que, no respeito às normas do ambiente, higiene e segurança, executa operações logísticas de inventário, de armazenagem, de manuseamento de mercadorias e de materiais, de transporte, otimizando os fluxos de distribuição física dos produtos de forma a garantir a qualidade do serviço.
As atividades logísticas podem ser divididas em três grandes grupos:

Alguns termos usados em logística:

• Princípios básicos: preceitos que devem ser observados no planejamento e execução das funções logísticas.
• Objetivos: é o efeito final desejado.
• Controle: é o acompanhamento da execução das atividades decorrentes do planejamento, permitindo correções e realimentações.
• Coordenação: é a conjunção de esforços de modo harmônico, mesmo que heterogêneos, mas direcionadas para um mesmo fim.
• Economia de meios: é a busca do máximo rendimento empregando de forma eficiente, racional e judiciosa os meios disponíveis. É a distribuição criteriosa e adequada, priorizando a área de ação principal.
• Flexibilidade: é a possibilidade de adoção de soluções alternativas diante de mudanças de circunstâncias.
• Interdependência: é a dependência recíproca que a logística mantém com a estratégia e a tática.
• Objetividade: é a identificação clara das ações que devem ser realizadas e a determinação precisa dos meios necessários a sua concretização.
• Oportunidade: é o condicionamento da previsão e da provisão de meios ao fator tempo, a fim de que as necessidades sejam atendidas adequadamente.
• Prioridade: é a prevalência do principal sobre o secundário ou acessório.
• Segurança: é a garantia do pelo desenvolvimento dos planos elaborados, a despeito de quaisquer óbices, isto é, impedimentos.
• Simplicidade: é o uso da linha de ação mais simples e adequada ao desenvolvimento das atividades logísticas, de modo a serem compreendidas e executadas com facilidade.



Mais alguns conceitos para Logística:

“É a arte de planejar, por em prática e controlar a cadeia de suprimentos”.
“É a aquisição, movimentação, armazenagem e entrega dos produtos aos clientes”.
Para que as atividades de aquisição de matéria-prima, seu beneficiamento, isto é, o processo de produção, movimentação, isto é, todas as operações relacionadas ao transporte, tanto da matéria-prima dos fornecedores, dos produtos semi-acabados, quanto dos produtos finais entregues aos clientes, armazenagem, isto é, as atividades de guarda de estoques e distribuição, isto é, entrega aos clientes, “funcionem” é necessário que o planejamento logístico se ligue aos processos de produção e marketing, isto é, toda ação de uma empresa para satisfazer seu público alvo: o cliente.
A Logística não gera receita financeira, mas pode fazer com que uma organização tenha mais ou menos custos envolvidos no preço final de um produto.

Quais são as atividades logísticas?

As atividades logísticas podem ser divididas em três grandes grupos:

• Atividades estratégicas: a função logística deve participar de decisões sobre serviços, produtos, mercados, alianças de investimentos, alocação de recursos, etc.
• Atividades táticas: desdobramento das metas estratégicas e planejamento do sistema logístico. Envolvendo decisões sobre fornecedores, sistemas de controle de produção, rede de distribuição, sub-contratação de serviços, etc.
• Atividades operacionais: envolve manutenção, melhoria do sistema da rede logística e soluções de problemas.

O que são Canais de Distribuição em uma Cadeia de Suprimentos?

Canais de Distribuição: são estruturas funcionais que mediante suas operações, geram a movimentação de produtos e serviços entre os membros participantes de um mercado. Tais estruturas são indispensáveis, pois criam uma otimização de tempo, de lugar e de posse, atendendo às necessidades de servir a demanda.
• Otimização de tempo: é valor acrescentado pela existência do produto quando este é necessário, no período de tempo/prazo adequado às demandas do consumidor.
• Otimização de lugar: é colocar o produto onde ele é necessário.
• Otimização de posse: é tornar a posse do produto possível ao consumidor.



Estas estruturas podem ser:

• Produtoras:- empresas que transformam o produto primário.
• Atacadistas:- intermediários que se dedicam às funções de venda a varejo, usuários comerciais, industriais e institucionais.
• Varejistas:- empresas que vendem bens e serviços ao público para seu uso e benefício.
• Empresas auxiliares:- empresas que participam do processo de distribuição como prestadoras de serviço.

A American Marketing Association define canal de distribuição, como “estrutura das unidades organizacionais internas e externas, dos agentes, representantes, atacadistas e varejistas através dos quais produtos e serviços são comercializados”.

FLUXO SIMPLIFICADO DE COMERCIALIZAÇÃO


Contudo, esta representação não mostra a complexidade e a multiplicidade de relacionamentos existentes dentro de uma cadeia de comercialização existente entre fornecedor de matéria prima mais básica de um produto até chegar às mãos do consumidor.
É necessário alongar o raciocínio do simples fluxo físico percorrido pelos insumos, isto é, bem ou serviço necessário na produção de outro bem ou serviço e produtos ao longo de uma cadeia de comercialização para uma visão mais abrangente de valor. Devemos considerar os relacionamentos que possam tornar essa cadeia mais competitiva e com custos menores para cada um dos elementos da mesma.
Gerenciamento da Cadeia de Suprimento – SCM é como se denomina hoje, esse conjunto de relacionamentos que necessitam ser gerenciados e orientados.


GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTO – SCM

RELACIONAMENTOS

FLUXO DE MATERIAIS (DEMANDA DE SUPRIMENTOS)


(SUB-FORNECEDORES / FORNECEDOR) COMPRA FÁBRICA VENDA ( CLIENTE / CONSUMIDOR)
DISTRIBUIDOR
VAREJISTA


FLUXO FINANCEIRO (DEMANDA PELOS PRODUTOS)


A complexidade destes relacionamentos e a necessidade de que os mesmos se façam em intervalos de tempo cada vez mais curtos e muitos deles em tempo real fomentou, o aparecimento de muitas tecnologias de informação nos últimos anos.
Segundo Chopra-Meindl, “Informação é essencial para tomar boas decisões em um curto espaço de tempo”. Para Ballow, “o conceito básico de logística é colocar o produto certo, na hora certa e no local certo ao menor custo possível”.

O objetivo principal do gerenciamento de uma cadeia de suprimento é a obtenção do melhor atendimento ao cliente, com o menor custo possível.

Para ocorrer o atendimento ao consumidor deverá ocorrer uma integração das informações de todos os agentes de mercado, o que gera dois fluxos principais: o fluxo de materiais e o fluxo financeiro.
• Fluxo de materiais:- ocorre com a configuração do produto conforme os requisitos do consumidor, ou seja, saem dos fornecedores as matérias-primas, os componentes, as embalagens, etc., passando pelos canais de distribuição até chegarem aos consumidores.
• Fluxo financeiro:- inicia com a aquisição das matérias-primas, dos componentes, embalagens, etc., pelos fabricantes para a elaboração do produto e vai até a aquisição do produto pelo consumidor, passando pelos canais de distribuição necessários.

Para que haja esse gerenciamento é necessário que antes se faça um planejamento das decisões e atitudes que irão definir a metodologia que será empregada na busca dos objetivos desejados.



O que é Planejamento?

É a atividade de estabelecer os objetivos, enumerar como serão utilizados os recursos a fim de alcançar esses objetivos e fixar a duração das tarefas que serão desenvolvidas para atingir os objetivos preestabelecidos. É, também, a decisão antecipada do que fazer, quando fazer, quem deve fazer e porque fazer.
Um planejamento compreende uma série de fases que podem apresentar-se separadamente ou ao mesmo tempo, tais como:

1. Definição e possíveis soluções preliminares para o problema.
2. Elaboração das diretrizes básicas para a solução do problema.
3. Fixação inicial dos objetivos.
4. Colheita preliminar de dados.
5. Realização de levantamentos de dados e pesquisas.
6. Estabelecimento de projeções e previsões.
7. Análise e discussão dos dados apurados.
8. Apresentação de alternativas ou propostas para obtenção dos objetivos.
9. Formulação das decisões ou propostas.
10. Integração de planos parciais, desdobramentos em planos derivados ou re-planejamento geral.

Um planejamento exige estudo daquilo que pode ser executado, daquilo que tem condições de se realizar e durar. Estudo daquilo que é compatível com o que pode co-existir, que é conciliável com outro planejamento.
Um planejamento evita desperdícios, controla custos e avalia benefícios.

A Logística e o atendimento ao cliente:

O atendimento ao cliente, atualmente, pode ser considerado, sem dúvida, um dos grandes diferenciais competitivos do mercado. A principal causa disto é a crescente exigência do público consumidor e a concorrência acirrada entre empresas do mesmo ramo.
A relação entre empresa e cliente vem sendo responsável pela sobrevivência ou pelo fracasso de muitas organizações em nosso país. Fidelizar o cliente, ou seja, conquista-lo e mantê-lo, é uma tarefa árdua para diversos empresários, pois sabemos que a satisfação de nossos clientes depende diretamente da superação de suas expectativas e da excelência no atendimento por parte das empresas. Portanto, a logística requer também o melhor atendimento ao cliente, ou seja, excelência no tratamento do mesmo.

Bibliografia:
• Martin Christopher, Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimento.
• Chopra-Meindl, Estratégias para Redução de Custos e Melhoria dos Serviços.
• Site: tigerlog-Consultoria e Treinamento em Logística
• Donato Vitório; Logística Verde, uma abordagem sócio-ambiental. RJ Ciência Moderna, 2008.
• Leite, Paulo Roberto; Logística Reversa: Meio ambiente e competitividade. SP Prentice Hall, 2003
Desde já agradeço aos alunos e Professores do colégio Senac São Paulo STO Amaro...